
A maioria dos profissionais que trabalham sob pressão e que não podem correr risco de tomar decisões precipitadas sofre de uma síndrome conhecida como síndrome da estafa profissional (burnout).
Muitas pessoas quando chega o domingo a noite sentem um calafrio percorrer a espinha, pois sabem que terão mais um dia de trabalho pela frente e começam a sofrer por antecedência os efeitos disso. Os primeiros sintomas da síndrome do desgaste profissional são irritação, taquicardia e sudorese.
Os profissionais mais propensos a desenvolver essa síndrome são médicos, bombeiros, professores, controladores de tráfego aéreo, etc. A síndrome ataca tanto profissionais experientes, como também profissionais jovens que acabaram de ingressar no mercado de trabalho. Os experientes sofrem por se sentirem saturados profissionalmente, os jovens por que são dotados de grande idealismo, mas suas aspirações muitas vezes não coincidem com a realidade da empresa. Os sintomas mais graves do burnout são os mais variados possíveis, indo desde manifestações emocionais, como baixa auto-estima, perda de motivação e sentimento de fracasso, até alterações comportamentais, como queda de rendimento, comportamento agressivo ou paranóico e aumento de consumo de álcool, café e remédios.
No resultado de uma pesquisa realizada em 2002, pela International Stress Management Association (ISMA), revela que entre nove países, o Brasil encontrasse no segundo lugar do ranking dos trabalhadores estressados, perdendo apenas para o Japão. O Código Internacional de Doenças (CID) classifica a síndrome como acidente de trabalho. O tratamento na maioria dos casos é essencialmente psicoterápico.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
Participação: Nenhum Comentário
Avaliação:
Se você quer comentar também Clique aqui