
Lixo atômico são as escórias radioativas provenientes de processos como a fissão nuclear, gerado nos reatores nucleares. Durante o funcionamento de um reator nuclear, isótopos radioativos extremamente perigosos como césio, estrôncio, iodo, criptônio e plutônio são criados.
O termo “lixo atômico” não é muito bem aceito pela comunidade científica, que prefere usar o termo “rejeito radioativo”, pois ele abrange todo material que não pode ser reutilizado e que contêm elementos radioativos, ou seja, não pode ser tratado como lixo comum.
Existem três categorias de lixo atômico: resíduo de alto nível (HLW, de high level waste); resíduo de nível intermediário (ILW, intermediate level waste); e resíduo de baixo nível (LLW, de low level waste), indicando o grau de nocividade de cada resíduo atômico.
A grande questão é onde depositar o lixo atômico, já que a radioatividade desses rejeitos se prolonga por milhares de anos e é extremamente nociva aos seres vivos.
Geralmente o lixo atômico é colocado em grossas caixas de concreto e jogado no mar, porém é impossível garantir que as proteções ao conteúdo radioativo não venham a se deteriorar com o tempo, provocando a preocupação dos especialistas em relação às gerações futuras e a vida na Terra.
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