Publicidade

Shopping

Acesso Restrito
Busca Conteúdo

Evolução do modelo atômico


Átomo moderno

Modelos atômicos foram sugeridos, desde a Antigüidade, por gregos como Demócrito de Abdera (420 a.C.) e Leucipo (450 a.C.), que já afirmavam que a matéria era composta por pequenas partículas que receberam a denominação de átomo, palavra que em grego significa indivisível. Esse modelo é um modelo filosófico sem forma definida e sem núcleo, e não tem nenhuma base científica.

Desde então passou por modelos propostos por Dalton (1803) e por Thomson (1898), até chegar ao modelo mais atual que foi criado por Rutherford, em 1911. Segundo ele, o átomo consiste em um núcleo pequeno que compreende toda a carga positiva e praticamente a massa do átomo, e também de uma região extranuclear que é um espaço vazio onde só existem elétrons distribuídos.

Mais tarde, em 1914, Rutherford conceituou o núcleo atômico que é uma partícula que tem uma massa maior que a do elétron, mas se tratando da carga, o núcleo e o elétron possuem cargas iguais, mas de sinais opostos. Os elétrons possuem carga negativa e o núcleo possui carga positiva.

Rutherford, em 1920, afirmou que essa carga positiva deve-se à presença de prótons, nome proposto por ele. Em 1913, o átomo passou por um aperfeiçoamento realizado pelo físico dinamarquês Niels Bohr, que dividiu a eletrosfera em sete camadas, chamadas atualmente de camadas de valência.

Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

Veja mais:

O átomo de Thomson
Modelo de átomo apelidado de “pudim de ameixas”.

O átomo de Rutherford
A teoria atômica utilizada até os dias atuais.

Química Geral - Química - Brasil Escola


Participação: 4 Comentários

Avaliação:

  • Currently 5.00/5

Se você quer comentar também Clique aqui

Compartilhe ou guarde este conteúdo

Mais Matérias de Química

Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2007 BrasilEscola.com - Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução total ou parcial sem prévia autorização (Inciso I do Artigo 29 Lei 9.610/98).