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Inteligência Artificial

Inteligência Artificia
A inteligência artificial é um ramo de pesquisa da ciência da computação que busca, através de símbolos computacionais, construir mecanismos e/ou dispositivos que simulem a capacidade do ser humano de pensar, resolver problemas, ou seja, de ser inteligente. O estudo e desenvolvimento desse ramo de pesquisa tiveram início na Segunda Guerra Mundial. Os principais idealizadores foram os seguintes cientistas: Hebert Simon, Allen Newell, Jonh McCarthy e vários outros, que com objetivos em comum tinham a intenção de criar um “ser” que simulasse a vida do ser humano.
O estudo da A.I. iniciou-se nos anos 50 com os cientistas Hebert Simon, Allen Newell, esses foram os pioneiros ao criarem o primeiro laboratório de inteligência artificial na Universidade de Carnegie Mellon.
O desejo de construir máquinas capazes de reproduzir a capacidade humana de pensar e agir vem de muitos anos. Tal fato pode ser comprovado através da existência de máquinas autônomas e também através de personagens místicos, como é o caso do Frankenstein (personagem da escritora Mary Shelley).
Com a evolução computacional a inteligência artificial ganhou mais força, tendo em vista que o seu desenvolvimento possibilitou um grande avanço na análise computacional, podendo a máquina chegar a fazer análise e síntese da voz humana. No início os estudos sobre A.I. buscavam apenas uma forma de reproduzir a capacidade humana de pensar, mas assim como todas as pesquisas que evoluem, com essa não foi diferente. Percebendo que esse ramo da ciência tinha muito mais a ser descoberto, os pesquisadores e cientistas abraçaram a idéia de fazer com que uma máquina pudesse reproduzir não só a capacidade de um ser humano pensar como também a capacidade de sentir, de ter criatividade, e de ter auto-aperfeiçoamento e uso da linguagem. Filmes como “O Homem bicentenário” e “A.I. (Inteligência Artificial)” mostram claramente a vontade da máquina de se tornar ser humano, de querer se manifestar, poder ter e sentir tudo o que os humanos têm e sentem.
O progresso na principal área dessa pesquisa, que é a de fazer uma inteligência similar à do ser humano, é lento. Porém, os estudos nessa área têm surtido efeito em várias outras áreas, como o planejamento automatizado e escalonamento, jogos, programas de diagnóstico médico, controle autônomo, robótica e outras mais.
Esse ramo de pesquisa é muito conflitante, pois existem os que apóiam as pesquisas e a idéia da máquina ter vida própria, como também existe o lado dos que não apóiam a idéia. Para muitos a existência de máquinas com o poder de pensar, sentir e até ter a capacidade de realizar atividades humanas é um fato inconcebível.
Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil Escola
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minha mãe acha que isso pode ser uma ameassa para rassa humana
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É sempre bom ler e aprender cada vez mais sobre os diversos assuntos deste site. Eu gosto bastante dos assuntos relacionados a tecnologia e no que diz respeito a inteligencia artificial é algo que nos facina e nos faz pensar sobre quem nos criou e como criou. Não tenho conhecimento aprofundado do assunto mas creio que o foco da idéia da inteligencia artificial foi esquecido neste tema; a capacidade de "aprender", ou seja, de resolver problemas. Quando um filho faz uma pergunta ao pai e este simplesmente dar a resposta prontinha, estará contribuindo muito menos para o desenvolvimento de sua inteligência que se não desse a resposta, mas orientasse como obter ou onde obter. Quando obtemos uma resposta pronta, exercitamos muito mais nossas capacidades de armazenar informações que a de resolver problemas, ou seja, adqurir um conhecimento que não nos pertencia, não estava armazenado em nossas mentes, mas fomos capazes de "aprender" ao nos depararmos com um problema. Ao passarmos a visualizar a inteligência artificial desta forma, tenho certeza que o indice de resistencia a evolução deste conceito diminuiria bastante.
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Eu achei que o texto foi bom , mais faltou gravuras , mesmo assim eu aprovo esse texto pois, responde completamente o que eu precisava saber .
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