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Ciberviciado - Vicio por internet
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O ciberviciado fica alucinado na frente do PC.
Quando se fala em vício logo pensamos em drogas, cigarro, álcool, jogatina, entre outros. Porém, o vício está ligado a uma questão mais ampla, ou seja, não se restringe a um ou dois aspectos, mas sim a diversos. Há o vício em internet que também é conhecido como compulsão à internet ou internet-dependência.
É diagnosticado como um caso de internet-dependência, quando as pessoas têm sua vida pessoal, profissional e sentimental afetada pela permanência exagerada na internet. Atualmente, os casos de compulsão à internet vêm crescendo consideravelmente, isso está associado ao fato de que a todo o momento novas pessoas estão se conectando à rede, além dos atrativos novos que ela proporciona aos internautas veteranos, fazendo com que queira permanecer conectados sempre.
Existem casos de ciberviciados que morreram por permanecerem tempo de mais na frente do computador. Isso se deve ao fato de haver certas doenças que se desenvolvem pela permanência em uma determinada posição, etc., uma dessas doenças é a Trombose Venal Profunda, que pode evoluir para uma Embolia Pulmonar, e por fim levando o individuo a morte. Dados de uma pesquisa realizada por estudiosos norte-americanos revelam que de 6% a 10% dos aproximadamente 189 milhões de internautas americanos sofrem deste mal.
Uma pessoa que passa algumas horas conectadas a internet, seja enviando e-mails, conectado a sala de bate-papo, realizando negócios ou jogando, pode ser considerado um ciberviciado. Alguns especialistas consideram o vício pela internet um “problema psíquico”. As mortes geradas pela compulsão à internet fizeram com que surgissem as “ciberviúvas”, são as esposas e namoradas de homens que morreram deste mal. Além disso, o cibervicio gera o “ciberadutério”, ocorre com pessoas que têm algum tipo de relacionamento fixo e mantém um relacionamento amoroso virtual. Muitos especialistas declaram que o cibervicio deveria estar listado juntamente com a cocaína, a heroína, entre outras drogas que geram vício.

Pai tentando tirar o vicio por computador do filho.
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
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O vício do conhecimento deveria ser um bom vício mas como a minha mãe costuma dizer, de forma muito simples:"Tudo o que é de mais enjoa!" Deveria enjoar... mas o problema é quando não enjoamos e passamos a depender de algo como o mundo cibernáutico. Sempre fui muito agarrada aos livros e depois mais tarde, na altura da universidade e da pressa de saber mais e de chegar à informação mais rápido comecei a ficar agarrada à internet também. Começo a pensar que um vício não nasce sozinho e que não é muito diferente de quando começamos a fumar ou a beber na adolescência... na maioria dos casos não é somente por mera curiosidade e sim para nos sentirmos importantes, adultos, pertencentes a um grupo na tentativa de não nos sentirmos sós. É assim que funcionam os chats de conversação, queremos quebrar o silêncio da solidão mesmo que as palavras nos saiam das pontas dos dedos e o silêncio permaneça e vá lá... não sucumbi à web cam, mas que é tentadora, isso é... Não sei até que ponto estou viciada mas sei que já me prejudiquei por passar tanto tempo online, o tempo é escasso para ir beber um café mas depois não o é para estar aqui! E quanto mais tempo passo em casa, mais tempo me sinto absorver por esta teia... como me posso aprender a controlar se preciso do computador no meu dia-a-dia para trabalhar, para comunicar. Além disso, não sei se o maior vício é o da conversa ou o da pesquisa! Gosto tanto de pesquisar que acontece-me agora o que antes me acontecia com os livros... há pensamentos que já não sei se são os meus ou se são de alguém que li de tanto favorito que acrescento às minhas listas de webgrafia. O que aconteceu à minha originalidade que sempre foi bafejada pela influência da música, da literatura, do mundo lá fora e de coisas que nasciam na minha mente por consequência de me cultivar mas que vinham principalmente de mim? Quero vencer isto enquanto ainda tenho identidade, trabalho, família e amigos. Ainda não sei como... mas estou disposta a encontrar uma solução. Vou tentar vir ao computador só quando for preciso, pelo menos tenho de tentar. Era excelente se houvesse mais grupos de apoio em Portugal, onde vivo não encontro nenhum...
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Vejo comentários aqui dos anos 2008 e 2009....hoje em 2010 esse assunto está atualissimo,tanto quanto antes.... Tenho um marido e um neto (que não é neto do meu marido) ciberviciados..Duas idades,moram em casas diferentes, duas situações e o mesmo problema...só a familia que vive isso sabe como é ruim.. Lidia
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houve uma demasia de exageros neste texto heim..
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Olá, não seria melhor colocar ali no final, que, a pessoa não se entra mais na internet por diversão e sim por necessidade...assim como as drogas, a pessoa no começo sente prazer ao usa-la, mas mais tarde ela começa a sentir uma necessidade e não vira mais prazer...
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