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O que podemos esperar da reunião de Annapolis.

A Conferência em Annapolis, EUA, marcada para o dia 26 de novembro de 2007, pode colocar um ponto final no conflito Israel e Palestina que completa em 2007, sessenta anos. Essa conferência será marcada pelo número de Países que lá estarão representados e pelo grande conflito que está em jogo. Um Processo que pode ser considerado uma das maiores conferências de paz já realizada desde a conferência de Ialta, em 1945, que pôs fim a II Guerra Mundial.

As raízes do conflito

O Povo judaico estava espalhado pelos quatro cantos do mundo devido a II Diáspora, anos 70 d.c. imposta pelo Império Romano com a destruição de Jerusalém. Desse modo forçando a população daquela cidade a migrar para outras partes do planeta, como Ásia menor ou sul da Europa. As comunidades judaicas estabelecidas nos países do Leste Europeu ficam conhecidas como Asquenazi (netos de Noé). Perseguidos pelo islamismo, os judeus do norte da África (Sefardins) migram para a Península Ibérica.
Expulsos de lá pelo crescente cristianismo do século XV, migram para os Países Baixos, Bálcãs, Turquia, Palestina e, estimulados pela colonização européia, chegam ao continente americano.

A vontade de ter uma pátria era latente no povo judeu então a partir de 1897, depois de fundado o movimento sionista, os judeus voltaram para a região da Palestina. De 1918 até 1939 o protetorado ficou para os britânicos, após o fim do Império Otomano na região, com a eclosão da Segunda Guerra Mundial mais judeus voltam a Palestina.
Dois anos após o fim da II Grande Guerra (1945) a ONU aprova um plano de partilha da Palestina e a formação do estado de Israel.

A origem dos conflitos de maior intensidade e das intermináveis conferências de paz.

Os conflitos de maiores intensidades iniciam-se a partir deste ponto, a criação do Estado de Israel, segundo a Resolução 181 de 29 de novembro de 1947 da Assembléia Geral das Nações Unidas.

Esse plano foi recusado pelos Palestinos e demais paises árabes e completamente aceito por Israel, uma investida militar árabe composta pelos exércitos do Egito, Iraque, Líbano, Síria e Transjordânia, com o apoio político de outros países árabes dá início à ofensiva em 14 de maio de 1948, David Ben Gurion declara a Independência do Estado de Israel, reconhecido pelos EUA e URSS imediatamente. Essa guerra passa a ser chamada de Guerra de Independência.

Em Janeiro de 1949, Ralph Johnson Bunche mediou o acordo de cessar-fogo entre os lados do conflito também conhecido como Armistício de Rhodes e em 1950, Bunche foi premiado com o Nobel da Paz. Neste acordo a Linha Verde foi estabelecida, sendo mantida até a Guerra do Sinai.

Em 1956, os ânimos se acirram novamente quando o Egito nacionaliza o Canal de Suez e Nasser, Presidente egípcio, proclama ao mundo seus desejos Pan-Arabistas.
Mais uma vez o Oriente Médio entra em guerra, e agora tratamos da guerra de Suez, na qual Israel França e Inglaterra invadem o Egito, França e Inglaterra se mantêm no porto de Suez e Israel toma conta por completo da Península do Sinai. O desfecho da guerra foi marcado pela derrota do Egito, a criação de uma força de paz da ONU para a região a UNEF e a desnacionalização do canal, além de continuar com seus territórios ocupados por forças Israelenses.

Nasser não se dá por vencido e nasce uma corrente ligada à sua linha de pensamento chamada de Nasserismo que mantêm a idéia de unidade árabe. O nasserismo não se resume só a união árabe e Nasser proclama a República Árabe Unida, que em linhas gerais foi a união da Síria e do Egito. Essa União perdurara de 1958 a 1961.
O acirramento nas fronteiras entre Israel e Síria, Israel e Jordânia leva a novos conflitos, assim com a Guerra fria de Pano de fundo os Árabes tem um alinhamento automático com a URSS a qual lhe fornecem armas para a luta contra Israel, esse aliado incondicional dos Estados Unidos.

No início da década de 60, os estados árabes estabeleceram a OLP. O artigo 24º da carta (ou pacto) de fundação da OLP, de 1964 estabelecia: "Esta Organização não exerce qualquer soberania territorial sobre a Tranjordânia, sobre a Faixa de Gaza e sobre a Área de Himmah."

A Guerra dos Seis Dias decorreu entre 5 e 10 de Junho de 1967. Foi desencadeada por Israel contra o Egito e a Jordânia nos termos de uma guerra preventiva, já que o estado israelita sentia-se ameaçado pela política pan-árabe do presidente egípcio Nasser (que se traduziu em alianças militares com a Síria e a Jordânia) e pela partida de forças das Nações Unidas presentes no Sinai desde 1956.

Em consequência da guerra, Israel expandiu-se territorialmente, ocupando a Cisjordânia (conquistada à Jordânia), a Faixa de Gaza e a Península do Sinai (conquistadas ao Egito) e os Montes Golã (conquistados à Síria). A parte da Cidade Antiga de Jerusalém (também chamada Jerusalém Oriental), tomada a 7 de Junho por Israel à Jordânia, seria reunificada por Israel com a Cidade Nova, formando um único município sob jurisdição israelita. Em 1980 uma lei israelita declarou Jerusalém como capital eterna e indivísivel de Israel, mas a ocupação de Jerusalém Oriental é considerada ilegal do ponto de vista do direito internacional, tendo sido condenada por uma resolução das Nações Unidas.

A guerra de atrito foi uma guerra limitada entre Egito e Israel de 1968 a 1970. Foi iniciada pelo Egito com o objetivo de recapturar a Sinai de Israel, o qual a havia ocupado desde a Guerra dos Seis Dias. A guerra terminou com um cessar-fogo assinado entre os países em 1970 com as fronteiras no mesmo lugar de antes de a guerra começar.
Depois desta guerra Nasser, Presidente Egípcio, falece e em seu lugar assume um líder mais moderado porém, mais pragmático, Annuar Sadat.

Como meta de seu governo, resolve neutralizar a política expansionista do Estado de Israel e ao mesmo tempo assegurar a sua posição no mundo árabe, resolve retomar a península do Sinai. A 6 de Outubro de 1973, os exércitos do Egipto e da Síria atacaram de surpresa Israel durante a celebração do Yom Kippur, com o objectivo de reconquistarem os territórios que tinham perdido.

O plano para um ataque a Israel sem aviso, em conjunto com a Síria recebeu o nome de código Operação Badr (palavra árabe que significa "lua cheia") que incluía a retomada do canal de Suez usando as águas do canal de Suez como agente de erosão das fundações da intransponível barreira com 50 metros de altura construída pelos israelenses com a areia do deserto e que guarnecia toda a margem ao norte do canal de Suez contra os exércitos árabes. Por sua vez, o general, Anwar Sadat usando as águas do canal de Suez, com o emprego de possantes bombas de sucção, promove uma erosão hídrica das fundações da fortificação da "barreira Bar Levy" (assim batizada pelos israelenses) que rapidamente abre-se uma passagem, permitindo a transferência dos exércitos árabes para o lado desprotegido das casamatas israelenses obrigando os soldados a se renderem. As forças Sírias atacaram, os baluartes das Colinas de Golã enquanto o Egito atacava as posições israelenses desprotegidas na Península do Sinai. As tropas infligiram graves perdas no exército israelense. Depois de três semanas de luta, contudo, as FDI obrigaram as tropas árabes a retrocederem às fronteiras iniciais. Damasco, a capital da Síria foi bombardeada.

Uma das consequências desta guerra foi a Crise do petróleo, já que os estados árabes (membros da OPEP - Organização dos Países Exportadores de Petróleo) decidiram parar a exportação deste produto para os Estados Unidos da América e para os países europeus que apoiavam a sobrevivência de Israel. Mas a comunidade internacional, a longo prazo, não perdeu nada com esta dificuldade econômica que os árabes criaram,muito pelo contrário,vários países em todos os continentes aprenderam a usar fontes alternativas de energia,e inclusive algumas áreas do planeta começaram a descobrir que também possuíam petróleo,como foi o caso da região do Mar do Norte, Europa, Alasca, Estados Unidos, Venezuela, México, África do Sul,da própria União Soviética,e de lá para cá,também do Brasil.

Esse conflito suscitou uma conferencia de paz com maior vigor que as realizadas até então, A paz de Paris 1919, O acordo Faisal-Weizmann 1919, A comissão Peel 1936, O armistício de 1949 que pos fim a guerra de 1948, o Plano Allon e o Plano Rogers 1969 no pós guerra dos seis dias. Após todas as tentativas anteriores,terem sido frustradas,esperava-se muito da chamada : Conferencia de Genebra 1973.

Em 1978 Israel assina a Paz com o Egito após a conferência de Camp David, realizada nos EUA onde Israel fora representado por seu primeiro ministro Menachen Begin e o Egito pelo seu presidente Annuar Sadat sob a mediação do presidente americano Jimmy Carter em Camp David residência de verão do governo americano.
Após esta conferencia seguiram se os acordos de paz entre Israel e Egito de 1979 que põe fim ao conflito entre estes dois paises.

Mas, se a paz tão almejada com o Egito fora alcançada havia ainda outras questões pendentes com a Síria, Colinas de Gola, a infinita guerra com os palestinos e a indisposição com o Líbano tornam-se cada vez mais latente.
O Líbano passa a abrigar a autoridade palestina e a proteger os cidadãos palestinos que passam a não ter mais local para ficar desde a guerra de Yon kippur , quando Israel vence e toma parte territorial de vários paises entre eles Egito, Síria e da Transjordânia atual Jordânia.

Israel faz manobras na região do rio Litani para conter ataques de guerrilhas no que foi chamada operação Litani. Depois desta operação o Líbano mergulha em uma guerra civil sem precedentes, e dá espaço para a formação de milícias e exércitos paralelos as forças do governo. Essa instabilidade e dada pela revolta dos Cristãos contra os palestinos que estão abrigados naquele país.

O Líbano e dividido entre os pro Líbano liderados pelo Exército do sul e as forças falangistas cristãs, apoiadas pelo Estado de Israel versos os palestinos instalados no Líbano que contavam com o apoio da Síria, do movimento Alam e do partido comunista libanês.

Após assassinato do embaixador Israelense em Londres Shlomo Argov, agregado a mísseis Katiusha lançados por grupos localizados no sul contra o território Israelense, faz o primeiro ministro de Israel Menachem Begin a tomar uma medida de intervenção do Líbano. De 4 a 6 de junho de 1982, Israel ataca e toma conta totalmente do sul do Líbano, tendo sua maior ofensiva em 6 de junho na chamada Operação paz na Galilea liderada por seu comandante em Chefe Ariel Sharom.

Israel assina um armistício com o Líbano em 17 de maio de 1983, o texto do acordo em linhas gerais diz que Israel se retira dos territórios libaneses e o Líbano se compromete em patrulhar melhor a fronteira com Israel evitando ataques de milicianos.
Os conflitos não pararam por ai, O grupo insurgente Hizbollah (Partido de Deus) lança ofensivas contra Israel ate o ano de 2000. Desta guerra ate 2000 Israel permanecia no Líbano, e devido a pressões internacionais para não causar nenhuma revolta maior ao qual temia o mundo, resolve iniciar sua retirada.

Enquanto o Líbano se pacificava Israel via-se voltado para uma outra frente na qual os palestinos lutam com pedras contra tanques Israelenses pela desocupação da Faixa de Gaza, ai tem inicio a primeira Intifada que se desenrola de 1987 ate 1993.

Em seis de Dezembro de 1987, seis trabalhadores palestinos foram mortos na Faixa de Gaza, atropelados por um caminhão conduzido por um israelense. Os palestinos convenceram-se de que o incidente foi um crime deliberado e três dias mais tarde, um jovem palestino apanhou uma pedra do chão e atirou-a contra uma patrulha israelense. Os jovens que o acompanhavam seguiram o exemplo, numa atitude que se espalharia pelos manifestantes palestinos durante vários anos. Foi desta forma que teve início a Intifada - a revolução das pedras. Os intelectuais palestinos apropriaram-se da palavra para explicar que a sua juventude tentava sacudir-se, ou sacudir 20 anos da humilhação do controle israelense sobre seu território.

O então primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin (assassinado em 1995 por um extremista judeu) e o líder palestino Yasser Arafat fecham em 1993 um acordo que daria o controle de parte da Cisjordânia e da Faixa de Gaza aos palestinos. Conhecido como o Acordo de Oslo, é a base para o processo de paz entre Israel e a Autoridade Nacional Palestina (ANP). Israel retira-se de boa parte dos centros urbanos palestinos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, dando autonomia administrativa aos palestinos, mas mantendo enclaves protegidos em cidades como Hebron, Gaza e Nablus. Os acordos de Oslo prevêem um acordo final até maio de 1999. O prazo é adiado devido à falta de avanço nos temas mais polêmicos (veja quadro sobre as divergências).

Pelo acordo de Wye Plantation (1998), Israel faz novas retiradas na Cisjordânia, até março de 2000. As negociações chegam a um impasse na fase que definiria o status final dos territórios palestinos. O primeiro-ministro israelense, Ehud Barak, e Arafat reúnem-se em Camp David (EUA), em julho de 2000, para tratar das questões mais difíceis, mas não chegam a um acordo.

A frustração palestina resulta na segunda Intifada, iniciada em Setembro de 2000. Entre os fatores que dificultam a retomada do diálogo, destacam-se os atentados em Israel, a expansão das colônias judaicas em zonas árabes e o bloqueio militar a cidades palestinas.

Esta nova fase do longo conflito da região iniciou em outubro de 2000, quando o general aposentado Ariel Sharon, um dos líderes do partido de direita Likud, realizou um ato de provocação com uma visita não autorizada à esplanada das Mesquitas, em Jerusalém. Embora seja localizada dentro de Jerusalém, cidade sagrada que Israel reivindica como capital de seu país (não reconhecida pela comunidade Internacional), a esplanada é sede dos templos muçulmanos mais importantes fora de Meca (na Arábia Saudita).
Os atentados suicidas se intensificam em 2002, e Israel amplia as invasões das áreas autônomas, sitiando Arafat e destruindo boa parte da infra-estrutura palestina. Os israelenses reocupam as grandes cidades autônomas e impõem o toque de recolher. Acusado por EUA e Israel de conivência com o terrorismo e de manter um governo corrupto, Arafat promove reformas em seu ministério em junho e anuncia eleições presidenciais para janeiro. Em dezembro, a ANP adia o pleito para a retirada das tropas de Israel.

Em 2002 com o apoio do Quarteto da Paz (ONU, Estados Unidos, Rússia e União Européia), foi desenhado o ROAD MAP (Mapa da Paz). Mapa este anunciado pelo presidente norte- americano George W. Bush, em seu discurso de 24 de junho de 2002. O Mapa da paz tinha inúmeras promessas de pacificação de parte a parte ao qual se comprometiam Israelenses e Palestinos divididos em três fases:

*Primeira, consistia na eliminação das hostilidades,
* Segunda, partia para um âmbito de reconhecimento mútuo entre Israel e Palestina com a criação do Estado Palestino
* Terceira consolidar o Estado palestino provisório, assim como suas instituições, a segurança e o lançamento de negociações isralense-palestinas sobre um acordo definitivo.

Após este mapa as hostilidades cessaram superficialmente, até 2006 quando o sul do Líbano entra novamente em ebulição, trata-se agora da segunda guerra Líbano- Israelense.

O Líbano não contente com a ocupação parcial que Israel ainda faz em seu território através da milícia Hizbollah ataca no dia 12 de julho de 2006, às 9:05 (hora local), com lançamentos de foguetes Katyusha pelo Hezbollah sobre posições militares e vilas israelenses. Os foguetes acertaram as cidades de Shlomi e entrepostos na região das Fazendas de Sheeba, nas Colinas de Golã. Neste mesmo dia, o braço militar do Hezbollah atacou dois veículos militares israelenses (HMMWV). Três soldados israelenses foram mortos e dois capturados com diversos civis feridos. Quatro soldados israelenses, que tentaram recuperar os dois soldados seqüestrados, foram mortos dentro de um tanque. Um outro soldado foi assassinado ao se aproximar do tanque para retirar os corpos para o enterro, como é comum no exército israelense na operação denominada pelo líder do Hizbollah Nassan Nashalah como Operação Promessa Leal.

A resposta defensiva israelense veio no dia seguinte com vistas a desabastecer o grupo terrorista. O principal aeroporto, uma base aérea, um pequeno aeroporto militar e uma estação de força do Líbano foram bombardeados. A razão dos bombardeios, segundo Israel, foi impedir a chegada de arsenal bélico da Síria e do Irã, apontados como principais fomentadores do Hizbollah. Em resposta, a milícia islâmica lançou mísseis contra Nahariya e Safed, causando a morte de três civis.

No dia 11 de Agosto, após 30 dias de conflitos entre as partes o Conselho de Segurança da ONU oficializa -após alguns dias de discussão- a resolução que visa pôr um término no conflito. Os 15 membros do CS aprovaram por unanimidade o projeto de resolução apresentado. A resolução 1701 elaborado pelos EUA e pela França visa ao fim de todos os ataques do Hizbollah ,atribuindo igualmente indicações para que Israel retire os seus 10 mil soldados que estão em território libanês. Prevê igualmente o reforço - pela distribuição ao longo da fontreira do Sul do Libano - da missão da ONU ,a FINUL, (Força Internacional das Nações Unidas para o Líbano),auxiliada por tropas do exército reconhecido do Líbano. Este reforço do contigente dos capacetes azuis,será efetuado com o envio de 15000 soldados para a zona de fronteira no sul no Líbano. A resolução apela, igualmente, ao libertamento incondicional dos dois soldados israelitas raptados pelo Hizbollah apontado como o "casus beli" deste conflito. Desde a resolução 1701 do Conselho de Segurança das Nações Unidas as hostilidades diminuíram ate a presente data, embora o Oriente Médio seja um vulcão em seu estado de repouso podendo voltar a erupção a qualquer momento.

A Conferencia a ser realizada em Annápolis EUA no dia 26 de novembro de 2007 tem por objetivo minimizar e extinguir a causa mais latente do conflito no Oriente médio, para tanto foi convidado desde o secretario Geral da Onu Ban Kim Mon , o secretario da Liga Árabe Amr Moussa, alem de uma lista interminável de observadores como Brasil, Síria, Arábia Saudita , Reino Unido , Rússia entre Outros. Comparecera também o intermediador desta conferencia o ex- primeiro ministro britânico Tony Blair que vem fazendo papel de mediador deste acordo desde que deixou seu cargo como primeiro ministro britânico.

Não sejamos ingênuos a ponto de pensar que esta conferencia será a mãe de todas as conferencias no Oriente médio e extinguira o conflito na região mas, poderemos ter nela sim um passo gigantesco para uma coexistência pacifica a longo prazo e de imediato a criação de uma pátria livre ao povo palestino.

Todos nos e a comunidade internacional espera que a paz seja alcançada por estes lideres evitando assim tanta morte e destruição. E que essa seja a página histórica que precisamos o acordo de paz que poria fim a guerra se não a mais longa a mais sangrenta de todos os tempos.

Por Alexandre Milão Rodrigues
Colunista Brasil Escola

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