
Angiosperma
As angiospermas apareceram há 100 milhões de anos a partir das gimnospermas. Devido à presença de flores e frutos e o eficiente sistema de vasos condutores, essas plantas foram disseminadas em regiões tropicais e temperadas. Possuem tamanho variável.
As angiospermas possuem folhas reprodutoras, os carpelos, localizados nas flores. Os carpelos se fecham constituindo um vaso, onde são desenvolvidas as sementes. O carpelo é transformado em fruto, depois da fecundação.
A planta propriamente dita é o esporófito.
A flor é formada por pedicelo ou pedúnculo, haste que sustenta e prende a flor ao caule; receptáculo, extremidade do pedúnculo, onde se prende os verticilos.
Os verticilos são:
• cálice: conjunto de sépalas, geralmente verdes;
• corola: conjunto de pétalas, que apresentam várias cores;
• androceu: formado por estames (constitui o sistema reprodutor masculino);
• gineceu: formado por folhas modificadas, os carpelos ou pistilos (constitui o sistema reprodutor feminino).
As angiospermas possuem um ciclo haplodiplobiôntico (haplonte-diplonte), com fase haplóide bastante reduzida.
As várias células-mães dos esporos estão localizadas no saco polínico, onde sofrem meiose e constituem esporos haplóides. O grão de pólen é formado dentro do saco polínico, onde o esporo sofre mitose.
As angiospermas são divididas em dois grandes grupos: monocotiledôneas, como o milho, e dicotiledônenas, como o feijão. As monocotiledôneas possuem um cotilédone na semente, e as dicotiledôneas possuem dois cotilédones na semente.
Botânica - Biologia - Brasil Escola
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