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Amensalismo e Parasitismo


Piolho, um dos principais exemplos de parasitas.

Amensalismo

Amensalismo e parasitismo são exemplos de relações desarmônicas entre indivíduos que se baseiam, de forma simplificada, na relação com outras espécies. No entanto, existe uma significativa diferença entre o amenalismo e o parasitismo.

O amensalismo é aquela associação onde uma espécie, denominada inibidora, secreta substâncias que inibem o crescimento e o desenvolvimento de outra, denominada amensal. O principal exemplo de amensalismo que temos é o caso dos antibióticos. Produzidas pelos fungos, essas substâncias impedem a multiplicação das bactérias.

Parasitismo

O parasitismo é uma associação onde uma espécie (parasita) vive de forma dependente e passiva de outra (hospedeiro), ou seja, às custas de uma espécie diferente da sua. Nesse caso, não há morte imediata do hospedeiro, visto que o parasita necessita dele para se desenvolver. Existem vários exemplos de parasitismo, como a relação entre piolho e homem, pulga e cachorro, lombriga e homem, etc.

Embora a morte do hospedeiro não seja imediata, como no caso do predatismo, o efeito de um parasita no hospedeiro pode variar de mínimo, como no caso dos piolhos, até a causa de sua morte, como é o caso de muitos vírus e bactérias patogênicas.

Os parasitas podem ser ectoparasitas, quando atacam a parte exterior do corpo; endoparasitas, quando atacam a parte interior; ou hemoparasitas, quando vivem na corrente sanguínea. Além disso, são obrigatórios quando só vivem se houver um hospedeiro; ou facultativos, quando “optam” por parasitar o mesmo.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

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