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Fim da União Soviética

Yeltsin e Gorbatchev conduziram o processo de abertura política e econômica da União Soviética.
A queda do governo de Stálin trouxe à tona uma série de transformações que abriu portas para o fim da centralização política promovida pelo stalinismo. No governo de Nikita Kruchev, várias das práticas corruptas e criminosas do regime stalinista foram denunciadas. Depois de seu governo, Leonid Brjnev firmou-se frente a URSS de 1964 a 1982. Depois desse período, Andropov e Constantin Tchernenko assumiram o governo russo.
Nesse período, os problemas gerados pela burocratização do governo soviético foram piorando a situação social, política e econômica do país. O fechamento do país para as nações não-socialistas forçou a União Soviética a sofrer um processo de atraso econômico que deixou a indústria soviética em situação de atraso. Além disso, os gastos gerados pela corrida armamentista da Guerra Fria impediam que a União Soviética fosse capaz de fazer frente às potências capitalistas.
A população que tinha acesso ao ensino superior acabou percebendo que o projeto socialista começava a ruir. As promessas de prosperidade e igualdade, propagandeadas pelos veículos de comunicação estatais, fazia contraste com os privilégios a uma classe que vivia à custa da riqueza controlada pelo governo. Esse grupo privilegiado, chamado de nomenklatura, defendia a manutenção do sistema unipartidário e a centralização dos poderes políticos.
No ano de 1985, o estadista Mikhail Gorbatchev assumiu o controle do Partido Comunista Soviético com idéias inovadoras. Entre suas maiores metas governamentais, Gorbatchev empreendeu duas medidas: a perestroika ( reestruturação) e a glasnost (transparência). A primeira visava modernizar a economia russa com a adoção de medidas que diminuía a participação do Estado na economia. A glasnost tinha como objetivo abrandar o poder de intromissão do governo nas questões civis.
Em esfera internacional, a União Soviética buscou dar sinais para o fim da Guerra Fria. As tropas russas que ocupavam o Afeganistão se retiraram do país e novos acordos econômicos foram firmados junto aos Estados Unidos. Logo em seguida, as autoridades soviéticas pediram auxílio para que outras nações capitalistas fornecessem apoio financeiro para que a nação soviética superasse suas dificuldades internas.
A ação renovadora de Mikhail Gorbatchev criou uma cisão política no interior da União Soviética. Alas ligadas à burocracia estatal e militar faziam forte oposição à abertura política e econômica do Estado soviético. Em contrapartida, um grupo de liberais liderados por Boris Ieltsin defendia o aprofundamento das mudanças com a promoção da economia de mercado e a privatização do setor industrial russo. Em agosto de 1991, um grupo de militares tentou dar um golpe político sitiando com tanques a cidade de Moscou.
O insucesso do golpe militar abriu portas para que os liberais tomassem o poder. No dia 29 de agosto de 1991, o Partido Comunista Soviético foi colocado na ilegalidade. Temendo maiores agitações políticas na Rússia, as nações que compunham a União Soviética começaram a exigir a autonomia política de seus territórios. Letônia, Estônia e Lituânia foram os primeiros países a declararem sua independência. No final daquele mesmo ano, a União Soviética somente contava com a integração do Cazaquistão e do Turcomenistão.
No ano de 1992, o governo foi passado para as mãos de Boris Ieltsin. Mesmo implementando diversas medidas modernizantes, o governo Ieltsin foi marcado por crises inflacionárias que colocavam o futuro da Rússia em questão. No ano de 1998, a crise econômica russa atingiu patamares alarmantes. Sem condições de governar o governo, doente e sofrendo com o alcoolismo, Boris Ieltsin renunciou ao governo. Somente a partir de 1999, com a valorização do petróleo no governo de Vladimir Putin, a Rússia deu sinais de recuperação.
Veja mais:
Governo Stálin
Comunismo
Conflito na Chechênia
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
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Na verdade, esse texto ele não leva às principais causas e consequencias de um governo depurador e que não foi capaz de sanear as capacidades básicas de um povo que lutou pela independência durante séculos.De 0 a 10 eu dou 3,5 para esse texto.Obrigado pela abertura de opniões.Espero ter uma resposta.
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Se houvesse a URSS, vocês sabiam que não haveria o 11/09 para os Americanos: primeiro até hoje a URSS estaria no Afeganistaão, 2 - provavelmente BIN laden estaria morto pelas forças das URSS, hoje tinhamos um mundo mais humano sem diversas guerras, porque a URSS sempre estava do lado oposto dos EUA; lembrem-se quando havia o apatheid na Africa do Sul os americanos e europeus davam cobertura a eles, Sadam Hussein era apoiado pelos EUA e europeus, ISrael sempre foi protegido dos EUA e europeus, o mundo estaria mais seguro os EUA tinham medo da URSS, vocês se lembram da guerra das Malvinas os EUA prontamente apoiaram os Ingleses, enquanto nós apoiamos os Argentinos, a URSS ficou do nosso lado e dos Argentinos. Então, quem são os mocinhos?
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Não sei e nem vai dar pra saber como é viver na antiga URSS, mas recentemente também ouvimos falar muito em crise financeira, guerras, nesta região, existem alguns ideiais de "liberdade" que inspiraram o sistema de governo americano.
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Parabéns pelo artigo.
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