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Idade Antiga

História Geral

O período conhecido como Idade Antiga refere-se a um espaço de tempo que vai desde as civilizações mesopotâmicas e o Egito Antigo até o fim do Império Romano.

Sabe-se que as divisões dos períodos históricos entre Idades (Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea) foram adotadas por historiadores do século XIX após acontecimentos como a Revolução Francesa e a formação dos Estados Nacionais na Europa e em outras regiões do mundo.

De modo geral, a Idade Antiga compreende um período que se estende, aproximadamente, de 4.000 a.C. a 476 d.C., data em foi deposto o último imperador romano ocidental, Rômulo Augusto. Esse arco temporal que enquadra o período da Antiguidade orienta-se, convencionalmente, pelo florescimento e apogeu das civilizações que se desenvolveram na Europa e no Médio Oriente, isto é, as civilizações da Mesopotâmia, do Egito Antigo, os povos Hebreus, a Grécia Antiga e a Roma Antiga.

As outras civilizações antigas, como a persa, a chinesa, a indiana, os vários reinos africanos, os germanos, vikings, etc., aparecem nos conteúdos escolares de forma adjacente, na medida em que aparecem relacionadas com as civilizações citadas no parágrafo anterior. Vejamos algumas das peculiaridades das civilizações mais comumente abordadas:

Mesopotâmia: Na região conhecida como Mesopotâmia (nome que significa “Terra entre Rios”), onde atualmente se encontram o Iraque e a Síria, várias civilizações desenvolveram-se. Os temas referentes ao estudo da Mesopotâmia referem-se a todas elas, desde os sumérios e acádios até os caldeus, assírios e babilônios. Aspectos relacionados com a herança cultural desses povos também devem ser são ressaltados, como o Código de Hamurabi.

Egito Antigo: O conteúdo de Egito Antigo reúne temas referentes à vasta história da civilização egípcia, que, por convenção, é dividade entre Alto, Médio e Baixo Império. Além da organização do conteúdo de acordo com a cronologia dos eventos principais, é importante que sejam destacadas ainda as várias particularidades dos egípcios, como a escrita hieroglífica e as Pirâmides do vale de Gizé.

Hebreus: Os hebreus estão entre os povos do Médio Oriente que não desenvolveram um império com características expansionistas (como os fenícios e os persas), mas que chegaram a ter um período de instituições monárquicas cujos representantes mais célebres foram os reis Davi e Salomão. Mas outros aspectos permeiam a história dos hebreus: a fase da organização em patriarcados, os cativeiros na Babilônia e no Egito, os profetas, a literatura salmista e apocalíptica, entre tantos outros aspectos.

Grécia Antiga: o que se entende por Grécia Antiga, na verdade, é um conjunto de cidades-estado que organizaram seus próprios sistemas de vida social e política na Península Balcânica e na região da Anatólia, ambas banhadas pelo Mar Egeu. Entre essas cidades-estado, estavam Atenas, Esparta e Tebas, consideradas as mais poderosas. Da interação e das guerras entre essas cidades-estado, muitas características foram sendo articuladas, e boa parte delas passou a integrar a civilização europeia.

Roma Antiga: a civilização romana, ou Roma Antiga, desenvolveu-se na Península Itálica a partir dos povos latinos, que se instalaram nessa região. A civilização conseguiu um nível de expansão e de organização imperial sem precedente na Antiguidade. Mas antes de se transformar em império, Roma organizou-se por meio do modelo de República (modelo esse desenvolvido pelos próprios romanos).


Por Me. Cláudio Fernandes

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