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Prefixo “pré” e o uso ou não do hífen

Gramática

O prefixo “pré” pode ou não ser grafado com o uso do hífen, dependendo de algumas circunstâncias relacionadas à tonicidade.

Um dos assuntos que nos remetem às mudanças oriundas da Nova Reforma Ortográfica é, sem dúvida, o uso ou não do hífen, haja vista que algumas alterações operaram-se justamente nesse aspecto. Dessa forma, como temos de nos ajustar a elas o quanto antes, elegemos para pauta de nossa conversa o prefixo “pré”, haja vista que ora ele se apresenta grafado com hífen, ora sem.

Nesse sentido, torna-se sugestivo retomarmos alguns conceitos relacionados às regras de acentuação, sobretudo em se tratando dos monossílabos tônicos e átonos. Para tanto, convidamos você a acessar o texto “Acentuação”.

Pois bem, cabe ressaltar que o uso ou não do hífen se encontra intrinsecamente ligado a tal pressuposto (tonicidade). Assim, atentemo-nos às elucidações abaixo firmadas:

# Quando o prefixo “pré” se demarca como tônico, ou seja, quando possui autonomia fonética, o uso do hífen se faz necessário. Apenas lembrando que em virtude desse aspecto fica evidente o acento gráfico. Vejamos, pois, alguns casos:

PRÉ-ADOLESCENTE
PRÉ-CONTRATAÇÃO
PRÉ-DATADO
PRÉ-ELEITORAL
PRÉ-FABRICADO
PRÉ-HISTÓRIA
PRÉ-NATAL
PRÉ-PAGO...

# Nos casos em que o prefixo “pré” se apresenta como átono, isto, é, sem autonomia fonética – razão pela qual precisa se apoiar na sílaba seguinte ─, ele não é acompanhado do uso do hífen e, obviamente, não recebe acento gráfico. Constatemos os casos a seguir:

PREAQUECER
PREAQUEÇA
PREANUNCIAÇÃO
PRECONCEBIDO
PRECONDICIONADO
PREDETERMINADO
PREDEFINIDO
PREVISTO...

DEIXE SEU COMENTÁRIO
  • Cristinaquinta-feira | 02/10/2014 16:29Hs
    Se possível, gostaria de saber o que é autonomia fonética. Sinceramente, não consigo assimilar os conceitos. Não com os exemplos citados.
  • Tiagoterça-feira | 03/06/2014 10:00Hs
    Nunca ouvi, pelo menos no Sul do Brasil, alguém dizer: "prê" (acento somente para destacar a pronúncia) aquecer, ou "prê"definido etc. Me parece que a pronúncia (ou "autonomia fonética") só é inteligível para quem fala o sotaque de quem criou essas regras, desconsiderando todo o uso já consagrado em grande parte do território. Não há lógica alguma nessa regra.
  • valmeri f. n.quinta-feira | 13/03/2014 22:03Hs
    Estou aqui pesquisando materia de português, estou achando muito bom.
  • FRANCISCA APARECIDA DA LUZ DE OLIVEIRAsegunda-feira | 08/04/2013 23:38Hs
    excelente!!!
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