Mercúrio - é o planeta mais próximo do Sol. Ele gira três vezes em torno de si mesmo a cada duas órbitas ao redor do sol. Tem um núcleo metálico excepcionalmente grande, que pode ser a causa de seu fraco campo magnético. Mercúrio é um mundo sem ar, sujeito a temperaturas extremas, que variam de -180ºC à noite a 430ºC no meio de seu longo dia. A sonda espacial Mariner-10 revelou, em meados da década de 70, que a superfície do planeta é dominada por áreas com grandes crateras.
Vênus - tem uma atmosfera densa, cuja pressão na superfície é 90 vezes maior que a Terra. As camadas inferiores da atmosferas, formadas por 96% de dióxido de carbono, são ricas em dióxido de enxofre, enquanto as nuvens mais elevadas contêm gotículas de ácido sulfúrico. As nuvens mantêm a temperatura média na superfície em toro de 480ºC. A face oculta do planeta foi mapeada por radares instalados em sondas orbitais, que mostraram uma superfície acidentada e alguns vulcões, possivelmente ainda ativos.
Marte - tem atmosfera rarefeita, composta por cerca de 96% de dióxido de carbono, misturado a outros gases. As calotas polares são formadas por gelo e dióxido de carbono sólido. As temperaturas diurna e noturna na superfície do planeta variam de cerca de -120ºC a -20ºC. Marte tem dois pequenos satélites, Fobos e Deimos, cada um com menos de 25 km de diâmetro. Os dois provavelmente eram asteróides que foram capturados pela força gravitacional do planeta.
Marte também mostra evidências de processos de erosão. O efeito dos ventos pode ser observada na maneira como estão dispostas a dunas de areia. Tempestades de poeira freqüentemente obscurecem a superfície. Grandes canais, como o Vale Marineris, com 5.000 quilômetros de extensão, podem ter sido formados por água corrente. A água é abundante nas calotas polares e é possível que exista em todo o planeta, na forma de gelo permanente.
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