Publicidade

Shopping

Acesso Restrito
Busca Conteúdo

Peru

A criação do vice-reino de Nova Granada, em 1739, privou Lima de sua autoridade sobre os territórios que mais tarde constituiriam o Panamá, a Colômbia e o Equador. Em 1776 ocorreu a separação do vice-reino do rio da Prata, que englobou a rica zona mineira do Alto Peru. A liberação do comércio na época de Carlos III foi outro duro golpe para a capital. Uma grande revolta indígena comandada por Tupac Amaru (José Gabriel Condorcanqui) paralisou, de 1780 a 1783, a vida econômica do país. As idéias européias também se foram infiltrando pouco a pouco na fechada sociedade limenha do fim do século XVIII, e a capital do vice-reino começou a contar com instituições culturais modernas e publicações periódicas.

Independência. Depois da invasão francesa da metrópole, em 1808, o Peru manteve-se fiel à monarquia espanhola. A revolução de 1810 em Buenos Aires levou à ocupação das ricas regiões minerais do Alto Peru por parte de forças espanholas procedentes de Lima. As expedições enviadas por Buenos Aires fracassaram repetidamente em sua tentativa de desalojar os monarquistas. O general José de San Martín decidiu então atacar o Chile, que foi libertado em 1818, e ali preparou uma frota que desembarcou em Pisco, ao sul de Lima, em setembro de 1820. Em julho do ano seguinte tomou Lima, enquanto as tropas monarquistas se fortaleciam no interior.

As forças de San Martín eram insuficientes até mesmo para manter a posse da capital e, em julho de 1822, o general argentino viu-se obrigado a pedir ajuda a Simón Bolívar, que acabava de libertar definitivamente o vice-reino de Nova Granada. Após o encontro dos dois generais em Guayaquil, San Martín regressou à Argentina e Bolívar, chamado pelo Congresso peruano, atacou o país. Em dezembro de 1822 proclamou-se a República do Peru e, após as batalhas de Junín e Ayacucho em 1824, as tropas espanholas foram obrigadas a capitular.

Lutas pelo poder. Ao surgirem lutas internas na Venezuela, Bolívar, que fora nomeado presidente vitalício do Peru, abandonou o país. Sua partida, porém, foi aproveitada pelo Congresso peruano para derrubar-lhe a presidência.
A transição entre o Peru colonial e a república independente foi difícil. À falta de experiência no autogoverno acrescentou-se a persistência das estruturas quase feudais da sociedade peruana. Durante muitos anos, apesar de ter sido aprovada em 1828 uma constituição liberal, o governo esteve em mãos dos caudilhos militares conhecidos como "marechais de Ayacucho", que competiam continuamente pelo poder. 

Um deles, Andrés Santa Cruz, deu um golpe de estado na Bolívia e, aproveitando a guerra civil no Peru, aliou-se com um dos bandos em luta e invadiu o sul do país. Em 1837 foi declarado, em Tacna, protetor da confederação peruano-boliviana, com três repúblicas: Bolívia, Sul do Peru, com capital em Arequipa, e Norte do Peru, com capital em Lima.
A união do Peru com a Bolívia foi mal acolhida pelo Chile e pela Argentina, que temiam o surgimento de uma nova potência regional. Com o apoio de dissidentes peruanos, em 1838 as forças chilenas apoderaram-se de Lima e, no ano seguinte, depois da batalha de Yungay, Santa Cruz viu-se forçado a renunciar ao poder. A efêmera união rompeu-se.

De novo independente, o Peru passou por um período de desordens civis entre liberais e conservadores, que só terminou com a presidência do general Ramón Castilla. Este ocupou a presidência durante dois períodos: de 1845 a 1851 e de 1855 a 1862. No primeiro pacificou o país e impôs a ordem mediante o reforço do Exército. O segundo período, que começou com uma cruenta guerra civil, coincidiu com um momento de auge econômico, graças à exploração dos depósitos de guano da costa do Pacífico, de cuja concessão a companhias estrangeiras provinha a maior parte da renda do estado. Decretou-se a libertação dos escravos negros e milhares de chineses foram atraídos para substituí-los nas plantações da costa. Construíram-se, ao mesmo tempo, as primeiras ferrovias e linhas telegráficas.

Em 1864 ocorreu uma última tentativa da Espanha para restabelecer sua influência no Pacífico. Com um pretexto fútil, uma esquadra espanhola ocupou durante vários meses as ilhas de Chincha, principal fonte da riqueza do guano. Peru, Equador, Bolívia e Chile uniram-se contra a antiga metrópole. Depois de uma troca de disparos com a fortaleza de Callao, os navios espanhóis se retiraram, e em 1869 a Espanha reconheceu pela primeira vez a independência do Peru.

Guerra do Pacífico. Ao se revelar a grande importância econômica do deserto de Atacama, rico em jazidas de salitre, irrompeu a rivalidade entre Bolívia e Chile por sua posse. O Peru estava ligado à Bolívia por um tratado secreto, e entrou automaticamente na guerra contra o Chile quando este país ocupou a cidade então boliviana de Antofagasta. Em 21 de maio de 1879, na batalha de Iquique, o Peru perdeu seus mais importantes navios de guerra, o que deixou sua costa indefesa ante a frota chilena.

O presidente peruano Mariano Prado, que se havia mostrado contrário a intervir na guerra, abandonou o país. Nicolás de Piérola tomou o poder, como chefe supremo da república. As tropas chilenas apoderaram-se de Lima em 17 de janeiro de 1881, enquanto o governo peruano se retirava para o interior do país. Finalmente, o Tratado de Ancón, de outubro de 1883, pôs termo à guerra do Pacífico e deixou em mãos chilenas tanto a província peruana de Tarapacá como a administração, por dez anos, das de Tacna e Arica.

Caudilhismo civil. Ao longo de 12 anos, sucederam-se governos presididos por militares, durante os quais o Peru começou a resolver seus problemas econômicos. Em 1895, ante a tentativa do general Andrés Avelino Cáceres de assegurar a reeleição por métodos fraudulentos, irrompeu uma revolução popular que levou Nicolás de Piérola à presidência, no início de um período de 24 anos de governos civis. A economia peruana conheceu uma nova expansão, graças à diversificação das exportações. Às tradicionais, de guano e nitratos, somaram-se as de algodão, café, açúcar e petróleo. Em 1902 fundou-se a companhia Cerro de Pasco, de capital americano, que empreendeu a exploração do cobre peruano.

Durante o primeiro mandato de Augusto Leguía, de 1908 a 1912, chegou-se a um acordo de limites com o Brasil. Nas eleições de 1919, Leguía saiu vitorioso pela segunda vez. Não se conformou, porém, com o poder constitucionalmente adquirido e, durante 11 anos, exerceu-o com força personalista. Leguía impulsionou a construção de rodovias e ferrovias e favoreceu a agricultura. Ao longo de sua gestão, as maiores cidades do país ganharam aspecto moderno e Lima experimentou grande crescimento.

Leguía deu os primeiros passos de uma tímida legislação social para proteger tanto os direitos da classe trabalhadora das cidades como as formas tradicionais de propriedade coletiva das terras dos índios, nas montanhas. Constituíram contrapartidas do desenvolvimento econômico do país a penetração americana em sua economia, sobretudo na extração de petróleo, e o enorme crescimento da dívida externa.
Em 1929, um compromisso deu por solucionada a longa disputa com o Chile pelas províncias do sul. Tacna voltou à posse peruana, enquanto Arica permaneceu com o Chile.

A crise econômica mundial precipitou a queda de Leguía, já então abandonado há muitos anos por seus antigos simpatizantes. Uma junta militar depôs o ditador.
Luta entre militares e apristas. Nas eleições de 1931, enfrentaram-se Luis Miguel Sánchez Cerro, tenente-coronel que encabeçara a sublevação, e Víctor Raúl Haya de la Torre, intelectual de esquerda que, durante exílio no México, fundara a Aliança Popular Revolucionária Americana (APRA), partido pan-americano de oposição ao capitalismo e à hegemonia americana na América Latina. Triunfou o militar, que governou o país até ser assassinado, em 1933. Data de então a rivalidade entre os militares e os apristas.

Sánchez Cerro foi sucedido pelo general Óscar Benavides, que governou de 1933 a 1939. Proscreveu a APRA, restaurou a confiança na economia nacional e fez um acordo sobre fronteiras com a Colômbia. Na eleição presidencial de 1939, os apristas, impedidos de apresentar um candidato próprio, apoiaram Manuel Prado, que saiu vitorioso. Durante a segunda guerra mundial, Prado apoiou a causa aliada e declarou guerra à Alemanha.
Em 1941 o Exército peruano ocupou a província equatoriana de El Oro e, pelo protocolo do Rio de Janeiro, em 1942 o Peru obteve a posse de importantes territórios amazônicos reclamados pelo Equador. De volta à legalidade, a APRA, nas eleições de 1945, alcançou a maioria na Câmara de Deputados, o que deixou isolado o presidente liberal José Bustamante.

Um novo golpe de estado deu o poder, em 1948, ao general Manuel Odría, que empreendeu violenta perseguição aos apristas. Odría governou com firmeza até 1956, quando se enfrentaram nas eleições Fernando Belaunde Terry e Manuel Prado. Apoiado por Odría, Prado foi eleito e governou até 1962. Nas eleições desse ano, nenhum dos candidatos à presidência reuniu o total requerido de votos (um terço da votação). Uma junta militar tomou o poder e convocou eleições para o ano seguinte. Saiu vitorioso Fernando Belaunde Terry, cujo governo empreendeu a reforma agrária, ampliou a educação pública e deu impulso às obras públicas.

Reformismo militar. Em 3 de outubro de 1966, Belaunde foi deposto por um golpe de estado. Formou-se uma nova junta militar, presidida por Juan Velasco Alvarado, cuja ação política teve acentuado caráter nacionalista e populista. A International Petroleum Company, empresa americana que monopolizava a extração, refino e distribuição de petróleo, foi nacionalizada, e outras grandes empresas de capital estrangeiro seguiram o mesmo caminho.

O regime militar estreitou suas relações com a União Soviética e a China, da mesma forma que, no empenho de se afastar dos Estados Unidos, comprou armamento moderno na França e nos países do leste europeu. A política interna teve como pilares fundamentais a "peruanização" da indústria e as reformas educacional e agrária, que se empreenderam com rapidez e profundidade. O regime militar tanto estabeleceu o ensino rural nas línguas quíchua e aimará como proporcionou apoio legal aos novos núcleos populacionais formados em torno das grandes cidades pela imigração em massa dos índios.

Em 31 de maio de 1970, um terremoto matou mais de cinqüenta mil pessoas no norte do país e em 1972 uma mudança das correntes marítimas arruinou a indústria pesqueira, que chegara a ser a primeira do mundo. A crise econômica mundial fez cair o preço das principais exportações peruanas, assim como o enorme custo das reformas sociais e do programa de obras públicas colocou em perigo a estabilidade econômica do país. O investimento privado, afugentado pela política dos militares, paralisou-se, enquanto a crise da economia se alastrava. Em agosto de 1975 uma nova junta, liderada por Francisco Morales Bermúdez, derrubou Alvarado.

Morales Bermúdez cancelou muitas medidas de seu antecessor. Liberalizou de novo o investimento estrangeiro e reprivatizou numerosas empresas estatizadas. Em 12 de julho de 1979 aprovou-se uma nova constituição e em maio de 1980 Belaunde mais uma vez foi eleito presidente. Seu mandato pautou-se pela volta ao liberalismo econômico, que não conseguiu tirar o país de sua estagnação, e pelo surgimento de grupos armados, sobretudo o chamado Sendero Luminoso, de linha maoísta, que obrigou o governo a impor a lei marcial em várias províncias da cordilheira. A inflação, enquanto isso, dera origem à reforma monetária.

A APRA no poder. Nas eleições presidenciais de 1985, o candidato aprista, Alan García Pérez, saiu-se vencedor. O novo presidente tentou dirigir uma política populista de maior vigor na luta contra a guerrilha e em 1986 as forças armadas reprimiram violentamente uma rebelião, em diversas prisões, de integrantes do Sendero Luminoso: a operação terminou com centenas de mortos. García declarou uma limitação unilateral dos pagamentos da dívida externa e utilizou os recursos assim obtidos para empreender um ambicioso programa de gastos públicos. Depois de uma breve ascensão, a economia de novo se desequilibrou, o que em 1987 levou a decretar-se a estatização dos bancos privados. No ano seguinte, ocorreram no país cinco greves gerais e em 1989 a inflação superava o patamar de três mil por cento em 12 meses.

Fujimori. As eleições presidenciais de 1990 tiveram como vencedor Alberto Fujimori, do Movimento Mudança Independente, que derrotou no segundo turno o escritor Mario Vargas Llosa. Ante a escalada do terrorismo em todo o país, Fujimori promulgou em novembro do ano seguinte a Lei de Mobilização Nacional, que concedeu aos militares amplos poderes para o combate à guerrilha.

Em abril de 1992, Fujimori anunciou o fechamento do Congresso, a suspensão dos direitos constitucionais e a instituição de um "governo de emergência nacional". A maioria da população, porém, recebeu tais medidas com relativa indiferença, como comprovou a reeleição de Fujimori para a presidência em abril de 1995, derrotando dessa vez a Javier Pérez de Cuéllar, antigo secretário-geral das Nações Unidas. Em janeiro haviam novamente irrompido choques armados com forças do Equador, em torno do controle de um setor do território cedido por esse país em 1942.

Sociedade

O desenvolvimento da classe média e da classe operária nas cidades contribuiu, ao longo do século XX, para reduzir as desigualdades sociais. Não obstante, grande parte da população da cordilheira permaneceu à margem da sociedade moderna. Ao mesmo tempo, formaram-se nas cidades, por efeito da imigração e do crescimento vegetativo, um gigantesco subproletariado incapaz de integrar-se adequadamente como mão-de-obra no sistema produtivo.
Só parte da população urbana dispõe de um sistema de previdência social. Apesar do esforço empreendido para estender a rede sanitária, a mortalidade infantil e a causada pelas doenças infecciosas são muito elevadas. Na segunda metade do século XX, porém, os progressos na área da saúde foram entusiasmantes, o que teve como decorrência o aumento da expectativa de vida e a drástica redução da mortalidade infantil.

O número de médicos, porém, ainda é reduzido, o que impede a prestação de assistência sanitária a toda a população.
A falta de habitações dotadas de serviços como água e eletricidade é um dos problemas mais graves da sociedade peruana. Boa parte da população das cidades vive nos chamados pueblos jóvenes (novos núcleos populacionais nos subúrbios das cidades maiores), muito mal urbanizados. O estado tem promovido o apoio a mutirões e incentivou numerosos programas de construção de habitações populares.
O ensino primário é gratuito e obrigatório dos seis aos 15 anos de idade, embora somente nos centros urbanos se consiga a escolarização da maior parte da população infantil.

O analfabetismo, que em 1940 alcançava sessenta por cento da população peruana, caíra para menos de vinte por cento no fim do século XX. Nos centros de ensino situados em regiões onde a maioria da população não fala o espanhol formam-se turmas nos vários idiomas indígenas.
O acesso à educação secundária, gratuita nos centros estatais, é limitado por um exame seletivo. São numerosos os centros de ensino primário e secundário em que a orientação dos estudos é comercial, industrial ou agrícola. Muitos são de capital privado, e principalmente da Igreja Católica.

As principais cidades contam com universidades, públicas e particulares. A Universidade de São Marcos, em Lima, fundada em 1551, é a mais antiga da América do Sul. A de Arequipa foi fundada em 1827. São também instituições importantes, no ensino superior, a Pontifícia Universidade Católica, a Nacional de Engenharia e a Nacional de Agricultura, todas na capital.
A maior parte da população peruana professa o catolicismo, e a igreja peruana exerce profunda influência social e política no país. Os protestantes formam uma reduzida minoria. Muitos índios praticam um sincretismo entre as práticas e crenças cristãs e as das antigas religiões pré-coloniais.

Cultura

Literatura e pensamento. A primeira gráfica da América do sul começou a funcionar em Lima, no final do século XVI. Embora a colônia não fosse literariamente muito produtiva, distinguiram-se, por sua importância histórica, os escritores mestiços Garcilaso de la Vega o Inca e, no século seguinte, Juan de Espinosa Medrano.
Na segunda metade do século XIX, Ricardo Palma, poeta de Armonías (1865) e Pasionarias (1870; Passifloras), popularizou-se sobretudo com suas Tradiciones peruanas (1872-1915). A moderna literatura peruana, porém, só marcaria seu início no final do século, quando, em torno de Manuel González Prada, se formou um grupo de escritores preocupados em buscar as raízes européias e indígenas da sociedade peruana. No romance Aves sin nido (1889), Clorinda Matto de Turner denunciou a situação de abandono do índio. O simbolista José María Eguren foi um importante renovador da linguagem, enquanto César Vallejo era considerado um dos grandes nomes da lírica em língua espanhola do século XX.

Os pensadores sociais, muitos deles indigenistas, ultrapassaram as fronteiras do país com suas obras: José Carlos Mariátegui, Francisco García Calderón, José de la Riva Agüero e Hernando de Soto são alguns dos mais conhecidos. Um narrador indigenista de grande importância foi Ciro Alegría, que surgiu na década de 1930. Veio à tona, na mesma época, a força lírica de José María Arguedas. Na segunda metade do século XX, numerosos prosadores peruanos mereceram a admiração da crítica e do público, como Alfredo Echenique, Luis Loayza, Manuel Scorza e o mais conhecido de todos, Mario Vargas Llosa.

Artes plásticas. Os povos que habitaram o Peru antes da colonização espanhola foram excelentes construtores, como o demonstram as ruínas pré-incaicas de Machu Picchu e Sacsahuamán, assim como os murais conservados em Cuzco. A arquitetura colonial espanhola ergueu no Peru alguns de seus mais importantes monumentos. As cidades de Lima, Cuzco e Arequipa contam com importante acervo arquitetônico da época colonial, em que se encontram mostras dos estilos mudéjar, plateresco e, principalmente, barroco. A catedral, a igreja de Jesus e Maria, e a da Companhia de Jesus em Cuzco; a catedral e a igreja do convento de São Francisco em Lima; e a igreja de Santo Inácio em Arequipa são alguns dos monumentos coloniais de maior autenticidade.

A escola cusquenha de pintura, formada, na maior parte, de autores anônimos, foi enormemente produtiva nos séculos XVII e XVIII. Recebeu a influência de grandes pintores da escola sevilhana, como Murillo e Zurbarán, mas combinou em suas obras elementos ornamentais de clara raiz indígena. A influência da escola sevilhana manifestou-se também na escultura religiosa, especialmente notável nas silharias das catedrais de Lima e Cuzco, de estilo barroco.

A atividade turística experimentou notável crescimento nas últimas décadas do século XX. Os principais pontos de atração são os vestígios pré-colombianos e as obras de arte colonial. Lima, Cuzco e Arequipa são as cidades mais visitadas. Os esportes de inverno são praticados sobretudo nas montanhas da cordilheira Branca, enquanto as ruínas de Machu Picchu constituem um pólo universal de atração tanto científica e historiográfica como turística.

Países - Geografia - Brasil Escola

Participação: Nenhum Comentário

Avaliação:

  • Currently 0.00/5

Se você quer comentar também Clique aqui

Compartilhe ou guarde este conteúdo

Mais Matérias de Geografia

Resolução mínima de 800x600 © Copyright 2007 BrasilEscola.com - Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução total ou parcial sem prévia autorização (Inciso I do Artigo 29 Lei 9.610/98).