A dilatação dos sólidos ocorre de três formas, dependendo do que observamos na dilatação.
Dilatação linear.
Dilatação superficial.
Dilatação volumétrica.
Dilatação superficial
Na dilatação superficial observamos a variação da superfície dos sólidos, ou seja, a variação da sua área. Têm-se um sólido com as superfícies em forma de quadrado (todos os lados iguais), com o comprimento L0 (comprimento inicial, ou seja, comprimento antes da dilatação) e área da superfície A0 (área inicial, ou seja, área antes da dilatação). Como a superfície é um quadrado dizermos que A0 = L02.
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Ao colocarmos esse sólido em contato com certa temperatura, ele irá dilatar e aumentar a sua superfície. O comprimento passará de L0 para L, o valor da área passará de A0 para A e a temperatura inicial θ0 será θ.
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Esse aumento na superfície não altera a sua forma.
Para descobrirmos a fórmula de calcularmos a variação da dilatação superficial devemos partir da fórmula da dilatação linear, afinal, para ocorrer a variação na área é preciso que o comprimento se altere.
Sabendo que L = L0 (1 + α ∆θ) e que antes da dilatação a área do sólido era A0 = L02 e que depois da dilatação a área da superfície ficou A = L2. Elevando os termos da equação L = L0 (1 + α ∆θ) teremos:
L2 = L02 (1 + α ∆θ)2, fazendo as devidas substituições chegaremos à seguinte equação:
A = A0 (1 + 2α ∆θ), α é o coeficiente de dilatação linear se substituirmos 2α por β (coeficiente de dilatação superficial), formando as seguintes equações:
A = A0 (1 + β ∆θ)
Ou
∆A = A0 β ∆θ
Por Danielle de Miranda
Equipe Brasil Escola
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