ANTONIO CANTO (1971), é um arqueólogo brasileiro. Participou, durante a sua graduação de diversos estágios curriculares nas linhas de pesquisa antropológica e sociológica, com área de concentração em Etnologia Indígena.
Em 1994, especializou-se em Arqueologia Pré-histórica, com projeto apoiado pala FACEPE. Ingressou no Mestrado em Geociências, em 1996, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na área de concentração em Geologia Sedimentar, com o projeto de pesquisa financiado pelo CNPq, recebendo menção de “Aprovado com Distinção” pela defesa da sua Dissertação em 1998.
No ano 2000, ingressou para o Doutorado em Arqueologia na Universidade de Coimbra (Portugal) desenvolvendo, em convênio com o Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um projeto de pesquisa que analisa as ocupações pré-históricas dos sambaquis Boa Vista (Cabo Frio – Rio de Janeiro).
Na sua função de pesquisador, já publicou mais de 60 artigos sobre arqueologia em Jornais, Periódicos e Revistas de Divulgação Científica nacional e internacional, abordando a pré-história e a história brasileira.
Na esfera internacional, tem trabalhos realizados e publicados em países como o Líbano, Portugal, China e Alemanha. É Sócio Efetivo de diversas Associações Científicas, dentre as quais: a Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB), Associação Brasileira de Estudos do Quaternário (ABEQUA), Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) e União da Geomorfologia Brasileira (UGB).
É Professor Universitário, orientador de bolsistas e atua como arqueólogo da Oficina-Escola de Revitalização do Patrimônio Cultural de João Pessoa. É Presidente do Núcleo de Pesquisas Arqueológicas e Sociais (NUPAS).
Lançou, durante a XXII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro (2003), o seu primeiro livro: “TÓPICOS DA ARQUEOLOGIA”. Em 2004, o referido título foi um dos destaques da FLIP (Festival Literário Internacional de Paraty/RJ).
É coordenador de projetos arqueológicos licenciados pelo IPHAN/DF. Bolsista do CNPq. Em 2006, passou a ser Articulista / Colaborador da Revista Museu (RJ).
A partir de 2005 o pesquisador passa a conciliar a sua carreira de arqueólogo com o CINEMA e a TELEVISÃO.
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