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A escola como espaço de inclusão no cenário de desigualdades
Nosso país tem uma grande parcela de jovens que ainda se encontra excluída do sistema educacional, pelo descaso social, com necessidades de trabalhar para o sustento de suas famílias, tendo que às vezes ter tempo para procurar emprego, ou fazer “bicos”.
O incentivo que não existe a esse jovem que se encontra marginalizado pela sociedade, por questões sociais, “desigualdades” e até a estrutura familiar, vem contribuir para sua exclusão.
Boa parte de nossa infância e adolescência se dá na escola. A escola com função social de democratizar conhecimentos e formar cidadãos conscientes, participativos e atuantes é um direito de todos.
Os jovens aqui citados são jovens que estão fora dessa realidade, sem perspectivas, pois trocam o direito de estarem na escola para trabalharem, ou por se encontrarem excluídos procuram o mundo da marginalização, sem até mesmo terem opção.
A temática “exclusão” é um problema global que afeta a todos, onde os excluídos sem perspectivas procuram saídas às vezes sem volta e os que consideram incluídos numa sociedade de direitos são afetados pela repercussão que esse problema social gera.
Tendo em vista esta discussão sobre exclusão, consideramos a escola como berço do jovem para o exercício da cidadania.
A contribuição de todos é necessária para erradicar este problema. Poderes públicos e privados, ONG’s, assistentes sociais, educadores, comunidade, sociedade em geral devem firmar parcerias.
Discussões em todas instâncias devem acontecer, para projetarmos responsabilidades e ações. Várias propostas de projeto são lançadas com o propósito de somar a tamanho descaso, porém sua viabilidade depende da unificação de uma classe atuante a favor do direito de todo jovem na escola.
Acreditamos que através da cidadania, participação, democratização, co-responsabilidade, cooperação, parcerias, teremos um norte para trabalharmos em prol de mudanças, “inclusão” de nossos jovens.
Por Rodiney Marcelo
Colunista Brasil Escola
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Muitos jovens trocam a sala de aula nem sempre e pq ja tem um bom emprego,e sim pq tem preguiça de ir a escola...... Aescola e onde desde pequeno,frequentamos,e foi la onde aprendemos tudo que somos hoje.......Nos jovens de hoje somos o futuro de amnha,temos que aprnder hoje para ensinar o outro amanha........
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Mas, às vezes, como disse Martin Carnoy, em entrevista à folha, precisa, no inicio de um certo autoritarismo. Porque alguem tem que dizer o que fazer no inicio. Depois, sim, há uma democracia.
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Caro Rodney, será mesmo que estes jovens trocam o direto de estarem na escola pelo dever de trabalhar, ou não é oferecida a ele outra opção? Será que o "mundo da marginalização" além de mais atrativo, não parece mais convincente a ele do que escolas mal equipadas com educadores despreparados? A escola é o "berço do jovem para o exercício da cidadania", e o que os jovens "não excluídos" têm aprendido lá? Apontar os problemas que não são difíceis de observar é muito fácil, e infelizmente, não só na área da educação. Mas qual é a solução, pois sabemos que discussões em "todas as intâncias" apenas levam a impasses e criam ferramentas como o ECA, a LDB e sei lá quantas outras que apenas criam direitos mas não resolvem nenhum problema, muitas vezes até criam problemas? Rodiney, ação é a palavra, não disculsão. Todos os métodos colocados em prática para melhorar a educação no país nasceram de discussões que apontam tudo que está errado e modifica, mas que não acham uma solução real para o problema. Minha opnião é de que toda a sociedade precisa ser educada, desde o empresário da "classe A" que têm os filhos muitas vezes estudando fora do país, até a mãe deste "jovem excluído" que muitas vezes nem estudos tem. Daí sim a educação no país vai para frente. Desculpa, mas achei seu texto com a mesma "ladainha" de vários outros que li. Precisamos melhorar, mas se importar já é um começo! Abraços
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um texto otimo para ler, bastante argumento e o principal: Para mim, q
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