A difteria, conhecida popularmente como crupe, é causada pelo bacilo Corynebacterium diphtheriae ou bacilo de Klebs-Löeffler, cujas dimensões variam de 2 a 8 µm.
A doença apresenta decurso variável, desde pouco sintomática até quadros graves, com evolução rapidamente fatal. Está diretamente ligada às populações de hábitos higiênios precários, atingindo principalmente crianças de 2 a 6 anos. Produz inflamação local das mucosas nasal, faríngea e laríngea e, mais raramente, com ferida cutânea (pele) e processos degenerativos tóxicos em diversos órgãos, como o coração, o fígado, os rins e o sistema nervoso (paralisia).
O contágio ocorre por transmissão direta ou por um objeto contaminado.
Sintomatologia
No começo, assemelha-se aos sintomas iniciais da gripe; em seguida, elevação mais intensa da febre, linfadenite regional e aparecimento de placas branco-acinzentadas nas mucosas da faringe, da boca e do nariz; sua propagação pode matar por asfixia. Raramente ocorrem complicações, como conjuntivite e otite.
Profilaxia e Tratamento
A prevenção é feita pela vacinação (tríplice, com coqueluche e tétano) e isolamento dos doentes.
O Tratamento consiste na aplicação do soro antidiftérico combinado com um antibiótico (penicilina ou eritromicina).
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