
O nome Alzheimer originou-se em 1901 em homenagem ao neurologista alemão Alois Alzheimer que foi o primeiro a falar sobre a doença destacando os sintomas provocados pela deterioração progressiva das funções cerebrais. Os sintomas são: perda de memória, perda da fala, perda da razão, incapacidade de cuidar de si próprio, cumprir tarefas rotineiras.
Ainda não se sabe a causa da doença mas parece haver uma predisposição genética. O alzheimer atinge 10% das pessoas com mais de 65 anos e 25% com mais de 85 anos. Após os sintomas, a sobrevida varia de 8 a 10 anos.
Na fase inicial, o indivíduo sofre alterações crescentes na memória, fica distraído, alterações na personalidade. Na fase moderada, o indivíduo permanece agitado, não consegue dormir a noite e tem dificuldades para falar. Já no estágio avançado da doença, o indivíduo sofre de incontinência urinária e fecal, sofre delírios, tem dificuldades para engolir alimentos, tem dificuldades para andar sozinho até levar ao óbito.
O alzheimer não tem cura mas há uma série de medidas que podem ser tomadas para melhorar a qualidade de vida de uma pessoa que sofre com essa doença. Hoje existe uma série de medicamentos que controlam a doença. Existem alternativas de tratamento que podem ajudar um individuo com alzheimer.
A terapia ocupacional ajuda o indivíduo a descobrir possibilidades de viver bem com suas próprias limitações. A fisioterapia ajuda a prevenir ou diminuir atrofias, encurtamentos musculares entre outras.
Participação: Nenhum Comentário
Avaliação:
Se você quer comentar também Clique aqui