
Pteridófitas
As pteridófitas são traqueófitas, o que as diferencia das algas e dos musgos. A água das raízes é transportada para as folhas por meio dos condutores, constituídos por células modificadas.
Essas plantas atingem maior altura e recebem mais luminosidade que as briófitas devido à presença de vasos condutores, que por sua vez aumentam a eficiência do transporte de nutrientes e forma tecidos resistentes.
O grupo das filicíneas ou pterófitas (samambaias e avencas) serão utilizados como referência.
As epífitas vivem sobre o tronco de árvores e arbustos, outras são aquáticas e de pequeno porte, como a Marsilea e a Salvinia.
O esporófito é a planta propriamente dita. Possui folhas separadas em folíolos na forma de penas.
A única parte evidente da planta é a folha, já que o caule é subterrâneo ou fica rente ao solo, este é chamado de rizoma e tem seu crescimento na horizontal, parecido com uma raiz.
O esporófito possui esporângios, que se reúnem em estruturas chamadas soros, espalhadas na face inferior ou na borda dos folíolos.
O gametófito prótalo é menos desenvolvido que o esporófito, mede cerca de 1 cm, porém tem vida autônoma.
Embora as pteridófitas se reproduzam assexuadamente por fragmentação, apresentam um ciclo haplonte-diplonte. No período da reprodução, os soros tornam-se pardos e, no interior dos esporângios, são criados esporos por meiose.
As pteridófitas são classificadas em: Pterophyta, que corresponde às pterófitas, e Lycophyta, que corresponde às licófitas ou licopodíneas.
Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola
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