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Ema (Rhea americana)

Animais

Reino Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Struthioniformes
Família Rheidae
Gênero Rhea
Espécie
Rhea americana

As emas pertencem à mesma ordem que os avestruzes: Rheidae, mas diferentemente deles ocorrem naturalmente na América do Sul, mais especificamente na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. Em classificações mais recentes, são consideradas integrantes do grupo das aves de grande porte e não voadoras, as chamadas ratitas. São elas os avestruzes, casuares, quivis e as extintas aves-elefantes e moas.

Tais animais podem atingir 1,70 metros de altura, e até trinta e cinco quilos; sendo as maiores aves do Brasil. Possuem asas atrofiadas, penas de cor marrom acinzentada e três dedos em cada pé. Nos machos há uma mancha negra no pescoço, diferindo-os das fêmeas.

São encontrados em ambientes cobertos por gramíneas, alimentando-se de folhas, frutos, sementes, invertebrados e pequenos vertebrados, ou seja: são onívoros. Para auxiliar na trituração do alimento, podem ingerir pequenas pedras e cocos.

Possuem longas e fortes pernas, propiciando que, em situações de perigo, alcancem os 60 km/h. Para tal, as asas auxiliam tais indivíduos no equilíbrio.

As emas vivem em bandos de aproximadamente trinta indivíduos. Na época de acasalamento, o macho dominante expulsa os demais, reúne aproximadamente cinco fêmeas, e se acasala com elas. É também o responsável pela preparação dos ninhos, incubação dos ovos e cuidado com os filhotes. Todos os ovos, de aproximadamente meio quilo cada, são colocados em um mesmo ninho, e eclodem em um pouco mais de um mês, dando origem a aproximadamente vinte e cinco filhotes.

Essa espécie atinge a maturidade sexual aos três anos de idade e tem expectativa média de vida de quarenta anos.

Teiús são os maiores predadores de ovos de emas; e os filhotes são fonte alimentar de gaviões, alguns felinos e do lobo-guará. Aliadas a este fato, a caça (com o intuito de retirar suas penas) e a perda de habitats permitiram com que tal espécie se encontre, atualmente, em declínio, quase ameaçada de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

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  • Diessica Amanda de Souzaquarta-feira | 25/02/2015 17:14Hs
    Gostei mto esse e um otimo site
  • ana clara terça-feira | 04/11/2014 15:59Hs
    gostei muito :)
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